Mostrando postagens com marcador Blog Serial Killer (Ilana Casoy). Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Blog Serial Killer (Ilana Casoy). Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Delfina & Maria de Jesus Gonzales

Mateiral de Serial Killer de Ilana Casoy

Delfina & Maria de Jesus Gonzales ( 91+)

Estas duas irmãs mortais dirigiam um bordel na cidade de Guanajuato, México. Recrutavam prostitutas através de anúncios solicitando ajuda e as matavam quando paravam de agradar a clientela. Algumas vezes também mataram “clientes ricos”. Depois de muitos desaparecimentos inexplicados, a polícia encontrou os corpos de onze homens, dezoito mulheres e vários fetos enterrados nos arredores do estabelecimento.

Material do Mundo Mau

Delfina e María de Jesús González

Delfina e María de Jesús González (conhecidas como "Las Poquianchis") eram duas irmãs mexicanas da cidade de Guanajuato, localizada a cerca de 200 quilômetros ao norte da Cidade do México. Durante a infância elas foram criadas sobre forte influência da doutrina católica. As irmãs eram donas nos anos 50 e início dos anos 60 do Rancho Loma de San Angel, no município de San Francisco del Rincón, conhecido como o "bordel do inferno". Uma jovem mulher desnutrida e maltratada chamada Josefina Gutiérrez foi em uma delegacia em Léon acompanhada de sua mãe e denunciou uma rede de seqüestros de jovens na área de Guanajuato e durante o interrogatório, ela entregou as irmãs. Ele era uma vítima que já estava mantida em cativeiro com as irmãs já faziam muitos meses. Policiais revistaram a propriedade das irmãs e encontraram uma dúzia de mulheres, que estavam com problemas de saúde e higiene. Muitas das mulheres relataram ter sido seqüestradas e mantidas presas e espancados quase diariamente. Se ficassem grávidas, seus filhos eram tirados e enterrados em segredo. Lá foram encontrados os corpos de onze homens, oitenta mulheres e vários fetos. As investigações revelaram o esquema que era recrutar prostitutas através de anúncios nas cidades de León e San Francisco que ofereciam ajuda, embora os anúncios afirmassem que as meninas se tornariam empregadas das duas irmãs. Muitas mulheres deixavam suas casas na esperança de encontrar um emprego e juntar um dinheiro, e acabavam até sem a liberdade. Em vários casos, as famílias jamais iriam revê-las. Mantidas sob forte pressão psicológica, eram forçados a bater e roubar de seus clientes quando não cumpriam as regras. Muitas das meninas eram forçadas a consumir heroína ou cocaína. Então, quando as prostitutas ficavam muito doentes, destruídas por excesso de violações, perdiam suas aparências, ou paravam de agradar aos clientes, elas eram mortas. Elas também matavam clientes que se apresentavam grandes quantias de dinheiro. Julgadas em 1964, as irmãs González foram condenados a quarenta anos de prisão. Na prisão, Delfina morreu devido a um acidente e Maria cumpriu sua pena e saiu de cena depois de sua libertação. Embora sejam freqüentemente citadas apenas as duas como as assassinas, elas tinham também outras duas irmãs que ajudaram em seus crimes, Carmen e Maria Luisa. Ambas foram condenadas a pequenas penas após ser comprovado que não participaram dos assassinatos, apenas eram cúmplices em crimes menores. Carmen morreu na prisão devido a um câncer; Maria Luisa enlouqueceu porque temia ser morta por manifestantes quando saísse da prisão. Algumas fontes mencionam a participação de três irmãs, outras falam nas quatro já citadas. Embora somente de duas foram provados o envolvimento nas mortes e passaram mais tempo na cadeia. Biografia Parte 1 Parte 2 Parte 3 Parte 4 Parte 5
O filme The Devil’s Sister de 1966, re-filmado em 1968 como Sisters of the Devil é inspirado nesses acontecimentos. O filme Las Poquianchis baseia-se nesses acontecimentos.

As irmãs foram tema do livro Las muertas, de Jorge Ibargüengoitia.

Pedro Alonso Lopez, O Monstro dos andes


Material do Serial Killer de Ilana Casoy

Pedro Alonso Lopez (300+)
 
O mais mortal serial killer dos arquivos, conhecido como Monstro dos Andes, agiu em três países. Nasceu na Colômbia, mãe prostituta que o expulsou de casa aos oito anos de idade por ele ter acariciado sua irmã mais nova. Para piorar as coisas, foi recolhido por um pedófilo e sodomizado à força. Aos dezoito anos, foi espancado na prisão por uma gangue e se vingou matando três de seus algozes.
Ao ser colocado em liberdade, começou eliminando meninas com júbilo e impunidade. Em 1978, já havia assassinado mais de cem meninas no Peru. Mudou-se para Colômbia e Equador, onde matava em média de três vezes por semana. Tinha preferência em matar meninas equatorianas, pois segundo ele, eram mais gentis e confiáveis, mais inocentes. A polícia atribuiu o grande número de desaparecimentos de garotinhas às atividades de escravização e prostituição na área.
Em 1980, um dilúvio de sangue revelou a primeira de suas vítimas. Quando foi novamente preso, contou aos investigadores as assustadoras histórias de sua trilha de morte. No início, as autoridades estavam descrentes sobre o relatado, mas todas as dúvidas desapareceram quando ele mostrou o local onde estavam enterradas mais de cinquenta corpos. Acredita-se que trezentos assassinatos ainda seja uma baixa estimativa para este serial killer.

Pelo Mundo Mau


Pedro Alonso López


Pedro Alonso López é um assassino confesso(serial killer) da Colômbia, acusado de ter matado mais de 300 pessoas. Os crimes de López começaram a ganhar atenção internacional a partir de uma entrevista conduzida por Ron Laytner, um foto-jornalista de longa carreira que conheceu Lopez em sua cela na Prisão de Ambato em 1980. De acordo com Laytner, Lopez ficou conhecido como o "Monstro dos Andes" em 1980 quando ele levou a polícia aos túmulos de 53 de suas vítimas, no Equador, todas as meninas entre nove e doze anos de idade. Depois, em 1983 ele foi declarado culpado de assassinar 110 jovens no Equador e confessou ter efetuado mais de 240 assassinatos de meninas dadas por desaparecidas no Peru e na Colômbia. O mais mortal serial killer dos arquivos policiais, conhecido como Monstro dos Andes, agiu em 3 países. Nasceu na Colômbia, filho de mãe prostituta que o expulsou de casa aos 9 anos de idade por ele ter molestado sua irmã mais nova. Para piorar as coisas, foi adotado por um pedófilo e sodomizado à força. Aos 18 anos, foi espancado e estuprado na prisão por uma gangue e se vingou matando 4 de seus agressores. Ao ser solto, começou matando meninas com frieza e impunidade. Em 1978, já havia assassinado mais de 100 meninas no Peru. Mudou-se para a Colômbia e Equador, onde matava em média de 3 vezes por semana. Ele gostava mais de matar meninas equatorianas, pois segundo ele, eram mais gentis e confiáveis, mais inocentes. A polícia atribuiu o grande número de desaparecimentos de meninas às atividades de escravização e prostituição na área. Em 1980, um dilúvio de sangue revelou a primeira de suas vítimas. Quando foi preso, contou aos investigadores as assustadoras histórias de sua trilha de morte. No início, as autoridades não acreditavam nos relatos de Lopes, mas todas as dúvidas desapareceram quando ele mostrou o local onde estavam enterrados mais de 50 corpos. Acredita-se que Lopes pode ter cometido mais de 300 assassinatos.

Biografia Parte 1 Parte 2 Parte 3 Parte 4 Parte 5

O filme "Crónicas" baseia-se nesses acontecimentos.

CRIAÇÃO DE UNIDADE ESPECIALIZADA EM COLETA DE VESTÍGIOS EM DNA E PADRÕES DE COMPORTAMENTO DO ASSASSINO SEXUAL

O objetivo deste artigo é trazer breve análise sobre o projeto que focaliza seus esforços em estabelecer perfis de DNA desenvolvidos a partir de evidências no local de crime, além de padrões de comportamento do perpetrador através de elaboração de questionário a ser respondido pelos peritos com envolvimento direto no local de crime e necropsia da vítima. Depois da descoberta e utilização das impressões digitais, as impressões genéticas obtidas com o uso do desenvolvimento da tecnologia do DNA representam o mais importante atalho no combate ao crime em termos mundiais. Os benefícios esperados como a rápida e absoluta identificação de suspeitos inocentes ou do criminoso, melhor administração da Justiça e menores custos nas investigações, conseqüência da redução do número de suspeitos, do tempo de investigação, do número de vítimas e do número de inocentes condenados, deverão ser alcançados. O presente artigo comenta a defesa apresentada para os benefícios da criação de Unidade Especial especializada em coleta de vestígios em DNA e padrões de comportamento de assassino sexual. Com o armazenamento e cruzamento de dados, evidências e padrões de crimes sexuais seria possível estabelecer que aqueles com a mesma assinatura (modus operandi + ritual) e/ou mesmo DNA fossem apontados como de mesma autoria.

Palavras chaves: Crime, DNA, Assinatura, Redução de Custos, Celeridade Jurídica, Resultados.

1. Introdução
A sensação de insegurança no Brasil não é infundada. De fato, trata-se de um dos paises mais violentos da América Latina, que por sua vez é a região mais violenta do globo. A situação seria ainda pior se fossem comparados os números isolados de algumas cidades e regiões metropolitanas, onde há o dobro de crimes da média nacional. Incrementar o espectro de investigações policiais nestes casos é condição imprescindível para melhoria de imagem da polícia, da segurança pública e da Justiça. Tornando os inquéritos mais consistentes, evita-se que eles sejam arquivados, refeitos durante a fase processual ou sirvam para absolver criminosos, em conseqüência da falta de provas.
É fato estatisticamente comprovado que nos casos de condenação as perícias não determinaram a materialidade do fato em 43% destes, enquanto nos de absolvição a ausência de materialidade esteve presente em 90%. A determinação de referida materialidade do fato, nos crimes sexuais, não apresentou correlação direta com o índice de condenações. Por outro lado a absolvição do réu guardou correlação direta com a ausência de materialidade, determinada pela prova pericial.
Ainda mais grave se coloca a situação do processo investigativo ligado a crimes de natureza sexual. Os perpetradores deste tipo penal encarcerados hoje em São Paulo somam 4058 indivíduos. (Secretaria da Administração Penitenciária – 2006). Em São Paulo, levantamento preliminar de dados referentes ao ano de 2005 na perícia de homicídios de autoria desconhecida da Delegacia de Homicídios sugere que, por ano, tem-se por volta de 30 vítimas mortas por motivação sexual do agente.
Observa-se situações de caráter trágicas quando a polícia se depara com crimes de natureza em série no Brasil. Referida instituição tem enorme preconceito em aceitar possibilidade existencial de agente na condição de serial killer, delinqüindo em sociedade. Isto já aconteceu inúmeras vezes no passado, e as conseqüências foram nefastas.
Tomemos por referência exemplo de prejuízo na eficiência da investigação pela falta de integração, coordenação de informações e pela ausência da obtenção de variáveis importantes.

Exemplo – O Maníaco do Parque

Exemplo ocorrido no Estado de São Paulo é o caso de Francisco de Assis Pereira, o intitulado Maníaco do Parque. Francisco primeiro se comportou como estuprador em série durante anos. Não é sabido exatamente quantas vítimas fez, pois crimes sexuais são os menos reportados à polícia; menos de 10% das vítimas o faz, segundo o Federal Bureau of Investigation, nos EUA. As dez mulheres que procuraram delegacias visando registrar boletim de ocorrência da violência sexual que sofreram, quando o fizeram, procuraram locais distintos. Como inexiste uma centralização de informações de crimes violentos, ninguém pôde comparar os relatos quase idênticos prestados por estas mulheres quanto ao modus operandi e assinatura do crime de seu agressor. A coleta de provas, quando houve, também não pôde ser utilizada, uma vez que em São Paulo, mesmo quando é possível extrair o perfil genético do agressor, a prova de DNA só é feita quando a investigação estabelece suspeito no prazo de 90 dias. Após tal período, a prova (ou material genético) é eliminada sem que os dados fiquem armazenados para futura utilização. Sendo assim, como é comum entre estupradores em série, Francisco de Assis Pereira começou a cometer homicídios sexuais em janeiro de 1998 e só parou ao ser preso, onze vítimas fatais depois, em agosto do mesmo ano. É importante ressaltar aqui que os custos de investigação foram altíssimos até que se concluísse por uma mesma autoria, bem como o custo social trágico com saldo de nove vítimas de estupro e onze vítimas fatais.

2. Projeto

Depois da descoberta e utilização das impressões digitais, as impressões genéticas obtidas com o uso do desenvolvimento da tecnologia do DNA representam o mais importante atalho no combate ao crime em termos mundiais . Nestes quase 20 anos de utilização de perfil de DNA para a identificação de um criminoso, milhares de casos foram resolvidos. Inocentes foram libertados, crimes em série foram correlacionados com prova material indiscutível, cadáveres em decomposição, carbonizados ou mutilados foram identificados. Um estudo da Polícia Federal Americana , demonstrou que em cerca de um terço dos casos de estupros analisados, o suspeito indicado pelas vítimas foi eliminado pelos testes genéticos. O Laboratório de DNA do Instituto de Criminalística da Superintendência da Polícia Científica de São Paulo atendeu, no ano de 2005, 500 casos envolvendo perfis de DNA, dos quais 200 casos (46%) tratavam-se de crimes sexuais. A análise destes resultados determinou a inclusão do suspeito em 31% dos casos, a exclusão dos suspeitos em 35% dos casos e os restantes 44% foram inconclusivos ou estão aguardando suspeitos para comparação.
Com o advento da Reação em Cadeia da Polimerase (PCR), poderosa ferramenta que permite a amplificação de uma região específica da molécula de DNA através de reações cíclicas em um sistema fechado, identificações criminais por provas genéticas são hoje rotina na investigação criminal, redirecionando inclusive os estudos nas academias de formação de policiais em vários países . Material genético coletado a partir de evidências de natureza biológica como manchas de sangue, manchas de esperma, manchas de saliva, urina, cabelos, pêlos etc. são encontrados em locais de crime. Através do PCR, mesmo dispondo-se de uma quantidade mínima de DNA, torna-se viável a obtenção de padrões genéticos que possam ser comparados com aqueles obtidos de vítimas e/ou suspeitos de casos de infração penal. Um sistema que combine tecnologia de informática e de DNA como arma efetiva na luta contra a criminalidade hoje é possível através do armazenamento de Perfis de DNA desenvolvidos a partir de evidências no local de crime.
Estudos em psiquiatria e psicologia forense comprovam que criminosos sexuais e/ou violentos tem enorme percentual de reincidência criminal . Com este banco de dados genético seria possível identificar dois ou mais locais com evidências de um mesmo perfil genético, além da identidade de suspeitos.

3. Conclusão:

A chance de termos um banco de dados com assinatura para cada crime ocorrido, significa o impedimento de barbarias como recentemente acompanhamos o caso dos meninos de Luziânia GO, cometidos por um Serial Killer que por onde passou deixou sua marca delituosa facilmente reconhecível, desde que pudesse ter sido comparada com um banco de dados.
Com resultados eficazes já obtidos em vários países, o Brasil pode reaver a confiança da população no Sistema Judicial e na competência do Estado para criar mecanismos eficazes, seguros e modernos na luta contra a crescente criminalidade que assola o país.

4 Referência Bibliográfica

1. BENFICA, Francisco Silveira; SOUZA, Jeiselaure Rocha de. A importância da perícia na determinação da materialidade nos crimes sexuais. Disponível em: < www.ibemol.com.br/forense2000/304.asp?print=38420 - 4k>. Acesso em: 01 fev. 2006a.
2. TURVEY, Brent. Criminal Profiling – An Introduction to Behavioral Evidence Analysis. United Kingdom: Elsevier Science Ltd 2002.
3. Califórnia Department of Corrections and Rehabilitation – Disponível em: www.corr.ca.gov. Acesso em: 15 fev. 2006a.
4. HOLMES, Ronald M.; HOLMES, Stephen T. Profiling Violent Crimes – An Investigative Tool. USA: Sage Publications, 2002.
5. QUEIROZ, Carlos Alberto Marchi de. Manual de Polícia Judiciária: doutrina, modelos, legislação. São Paulo: Delegacia Geral de Polícia, 2000.
6. GEBERTH, Vernon J. Sex-Related homicide and death investigation – Practical and Clinical Perspectives. USA: CRC Press, 2003.
7. HARMON, Rockne P. The Value of DNA Evidence. Disponível em: http://www.interpol.int/Public/Forensic/dna/default.asp. Acesso em: 15 mar. 2005a.
8. FBI. 1993. The application of Forensic DNA Testing to Solve Violent Crimes. Washington, DC: US Dept. Justice. Disponível em: www.fbi.gov. Acesso em 04 abr 2004a.
9. BITTENCOURT, Eloísa Aurora Auler – Perita criminal do Núcleo de Biologia e Bioquímica do Laboratório de DNA. Dados obtidos no Instituto de Criminalística de São Paulo – Superintendência da Polícia Técnico-Científica.
10. SCHNEIDER, Vicente José; MALAGHINI, Marcelo; DALL’STELLA, Renato; ALONSO, Carlos Alberto Martinez. Análises de Material Genético na Investigação Criminal – Um realto sobre a evolução dos processos de padronização. Disponível em: Acesso em: 15 jan. 2006 a.
11. RESSLER, Robert; BURGESS, Ann; DOUGLAS, John. Sexual Homicide Patterns and Motives. USA, Simon&Schuster Inc. 1992.

Autores: Ilana Casoy, Paulo Hilário Nascimento Saldiva, Milena Bregalda Reis Pontes, André Marins Júnior

MÉTODOS DE EXECUÇÃO

Material do Serial killer de Ilana Casoy

ENFORCAMENTO

È o mais antigo método de execução para criminosos.
O criminoso é levado a subir num suporte sobre uma plataforma. Uma corda especial com um nó corrido é colocada em volta de seu pescoço.
O suporte sob os pés do criminoso é retirado, provocando sua queda, e seu pescoço é quebrado, levando-o à morte instantânea.
O método de enforcamento originou-se na Pérsia, de onde foi trazido para a Inglaterra.
Nos EUA, ainda é uma forma de execução utilizada em Montana, New Hampshire e Washington.

CADEIRA ELÉTRICA

Esta forma de execução tem sido utilizada apenas nos EUA e foi introduzida em 1890.
O prisioneiro é amarrado numa cadeira com firmeza, e um “capacete da morte”, contendo eletrodos que irão executá-lo, é colocado em sua cabeça previamente raspada. Entre o capacete e a pele é colocada uma esponja molhada com solução salina, para condução melhor da eletricidade e a prevenção de queimaduras.
Outro eletrodo é atado ao tornozelo do criminoso, e o executor solta uma descarga elétrica de 2250 volts.
A descarga elétrica atravessa o corpo do condenado de cima a baixo. Fica ligada por 3 segundos e é repetida mais quatro vezes no espaço de dois minutos.

CÂMARA DE GÁS

Também foi primeiramente utilizada nos EUA, no Estado de Nevada, em 1921. O condenado é levado para dentro da câmara, sentado numa cadeira e tem seus braços e pernas amarrados. Depois que a câmara é selada, cianeto é jogado dentro de um balde com água, produzindo um gás mortal. Se o prisioneiro quiser morrer mais rápido, ele pode fazer profundas inspirações para perder a consciência mais rapidamente.
Em dois minutos ou menos de inalação do gás cianídrico, a morte é certa. Um médico, de fora da câmara, monitora o executado com um estetoscópio especial e pronuncia sua morte. Depois, a câmara de gás é borrifada com amônia para destruir qualquer resquício do gás letal. Ainda é utilizada em cinco estados americanos.

INJEÇÃO LETAL

O criminoso é amarrado em uma maca especial, e um soro colocado em suas veias. A identidade dos executores sempre é mantida em sigilo, e é um trabalho voluntário.
Uma vez iniciado o processo de execução por injeção letal, todas as testemunhas da execução, através de uma janela, observaram a dose de “sódium pentathol”, um anestésico, ser ministrada em sua veia, automaticamente. Esta droga faz o condenado dormir pela última vez.
Em seguida, o “pancuronium bromide” começa a ser injetado, para que seu aparelho respiratório seja paralisado. Na seqüência, entra automaticamente em suas veias o cloreto de potássio, para parar seu coração. O processo todo não deve demorar mais que 5 minutos…
 
PELOTÃO DE FUZILAMENTO

Este método de execução dispensa maiores explicações, e só é utilizado em dois estados americanos: Idaho e Utah.
O último condenado executado por fuzilamento nos EUA foi Gary Gilmore, em1977,
que escolheu esta forma de morrer, recusando-se a apelar e passar a vida no corredor da morte. Ele mesmo exigiu sua execução. Foi amarrado à uma cadeira e vendado. Apenas uma das armas dos executores está carregada com festim, mas nenhum dos oficiais sabe qual delas. Assim, mais tarde, nenhum deles se sentirá culpado por executar alguém, uma vez que não se sabe de qual arma as balas verdadeiras saíram.

O CASO DANIELLA PEREZ

Material do site de Ilana Casoy Serial Killer

A necessidade de exibicionismo e a vaidade de Guilherme de Pádua são patológicas. É como se ele escrevesse o script de um personagem que atua no papel central do “filme” que criou em sua cabeça. Depois do assassinato de Daniella Perez idealizou para si mesmo a representação do melhor amigo, par perfeito e consolador da família, mas foi desmascarado. Na cadeia “escreveu” para ele mesmo o papel de bom moço injustiçado e resgatado pela religião evangélica.
Agora, nos mostrou seu enorme poder manipulador ao “embrulhar” o jornalista Ratinho para presente, anunciando que falaria o inédito e se utilizando do espaço televisivo para publicidade de sua Igreja. Claramente seu objetivo, para quem sabe ler uma mente assim, é galgar o posto de pastor reconhecido como semi-Deus por seu estranho rebanho.
E como não assume a autoria de nenhum ato que coloca em risco a imagem que quer vender, arma a mão da esposa, desta vez com uma “caneta”, ao lançar livro de autoelogio.A realidade dos fatos não nos deixa esquecer que armar a mão de suas mulheres é sua especialidade: como todo manipulador o sucesso sempre será dele, se houver, mas o fracasso nunca. Já vimos esse filme antes.
É tão pouco criativo que no papel que escreve para ele mesmo, não modifica nem o nome da esposa. Personagem patético, livro patético. Fica apenas a lição: quem brinca com fogo pode sair queimado.


Publicado no blog da novelista e escritora Gloria Perez – Outubro – 2010

http://gloriafperez.org/?p=1331

http://www.gloriafperez.net/?page_id=1349

Ilana Casoy - Especialista em assassinos em série

Blog Serial Killers de Ilana Casoy - Especialista em Serial killers

Serial Killers

Definições
 
Matador em Massa: Mata quatro ou mais vítimas em um só local, num só evento. Em geral, sua explosão de violência é dirigida para o grupo que supostamente o oprimiu, ameaçou ou rejeitou.

Serial killer: São indivíduos que cometem uma série de homicídios com um intervalo entre eles, durante meses ou anos, até que seja preso ou morto. As vítimas têm o mesmo perfil (prostitutas, mochileiros, crianças, idosos) e mesma faixa etária, sexo, raça etc. As vítimas são escolhidas ao acaso dentro deste perfil e mortas sem razão aparente; ela é objeto da fantasia do serial killer.

Spree Killer: (Matador Impulsivo) As vítimas dele estão no lugar errado, na hora errada. O criminoso mata várias pessoas num período de horas, dias ou semanas, e não passa por fases e se acalma até precisar matar novamente. Ele pode parar de matar tão rápido quanto começou.

Conheça alguns Serial Killers pelo Brasil

1 -Pedro Rodrigues Filho – “Pedrinho Matador” ou “Pedrinho da Cartucheira”
Número de vítimas: em pesquisa
São Paulo, 1967 a 2001.

2-Francisco das Chagas Rodrigues de Brito – “Meninos Emasculados do Maranhão”
Número de Vítimas: 42
Altamira, São Luís, 1989 a 2004.

3-Ibrahim e Henrique de Oliveira – “Os Irmãos Necrófilos”
Número de vítimas: 15 +
Rio de Janeiro, 1991 a 1995.

4-Alexandre Gomes Rodrigues – (Vampiro)
Número de vítimas: 15 +
Minas Gerais, 1960.

5- Cláudio de Souza – “Maníaco da Lanterna” (confesso + investigação de +1)
Número de vítimas: 15+
Cuiabá, 2004 a 2008.

6- Aclides Marcelo Gomes – “Menino Mau”
Número de vítimas: 14+
Cuiabá/Várzea Grande-MT, 1999 a 2001.

7- “Maníaco do Arco Iris” (Em investigação)
Número de vítimas: 14+
São Paulo, 2007.

8-Marcelo Costa de Andrade – “O Vampiro de Niterói”
Número de vítimas: 13+
Rio de Janeiro, 1991 e 1992.

9-Adriano da Silva – “O Monstro de Passo Fundo”
Número de vítimas: 12
Rio Grande do Sul, 2002 a 2004.

10-“Estrangulador de Guarulhos” – Em investigação
Número de vítimas: 10 +
São Paulo, desde 2002.

11-Eudóxio Donizete Bento
Número de vítimas: 10
Presidente Prudente, 2000.

12-José Paz Bezerra – “Monstro do Morumbi”
Número de vítimas: 10 +
São Paulo, 1970.

13- Osvaldo de Paula Silva – “Buikinho”
Número de vítimas: 11+
Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, 1970 a 1991

14-“Maníaco de Belo Horizonte” – Em investigação
Número de vítimas: 9 +
Minas Gerais, indeterminado.

15-“Maníaco de Araguari” – Em investigação
Número de vítimas: 9 +
Minas Gerais, desde 2003.

16 -Benedito Moreira de Carvalho – “O Monstro de Guaianases”
Crimes contra 29 vítimas: dez estupros seguidos de homicídio, nove estupros, um atentado violento ao pudor, um atentado ao pudor, seis tentativas de estupro, uma tentativa de estupro e homicídio e um homicídio.
São Paulo, 1950 e 1953.

17-Anestor Bezerra de Lima – “O Matador de Taxistas”
Número de vítimas: 9 +
São Paulo e Minas Gerais, 2004.

18-Cláudio de Souza – (Matador de Casais)
Número de vítimas: 9 +
Mato Grosso, 2001.

19-Douglas Baptista – “O Maníaco de Santos”
Número de vítimas: 8 +
São Paulo, 1992.

20-Dener Pedroso Galvão – “O Coiote”
Número de vítimas: 8 +
Cuiabá, 2004 e 2005.

21-Wanderley Antonio dos Santos – “O Mestre Cão”
Número de Vítimas: 7 +
Rio de Janeiro, 1995.

22-Fortunato Botton Neto – “O Tarado do Trianon”
Número de vítimas: 7 +
São Paulo, 1986 a 1989

23-Francisco de Assis Pereira – “Maníaco do Parque”
Número de Vítimas: 7 +
São Paulo, 1997 e 1998.

24-Paulo Sérgio Guimarães – “Maníaco da Praia do Cassino”
Número de vítimas: 7
Rio Grande do Sul, 1998.

25-Eliomar Ferreira da Silva – “Alemão”
Número de vítimas: 7 +
Vila Velha, Barra de São Francisco e Cariacica, ES – 1998 a 2010

26-Cirineu Carlos Letang – “O Matador de Travestis”
Número de vítimas: 6 +
São Paulo, 1992 e 1993.

27-Osvaldo Sônego – “O Tarado de Tatuí”
Número de vítimas: 6 +
São Paulo, 1996.

28-Laerte Patrocínio Orpinelli – “O Andarilho de Rio Claro”
Número de vítimas: 6 +
São Paulo, 1996 e 1997.

29-José Vicente Matias – “Corumbá”
Número de Vítimas: 6 +
Goiás, Maranhão, 2000.

30-Roberto Marcelo Paiva Ramos – (Assassino de Turistas)
Número de vítimas: 6 +
Bahia, 1997 a 2006.

31- Paulo José Lisboa – “Maníaco da Corrente” (condenado por 6 e suspeito de + em Vitória)
Número de vítimas: 6+
SP, Espírito Santo, 1998.

32 – Adimar Jesus da Silva – “Maníaco de Luziânia”
Número de vítimas: 6+
GO, Luziânia, 2010.

33-Roberto Severino da Silva – “O Justiceiro do Jardim Vassoura”
Número de vítimas: 5 +
São Paulo, 2001.

34-André Luiz Cassimiro – “O Estrangulador de Juiz de Fora”
Número de vítimas: 5 +
Minas Gerais, 1995.

35-Edson Isidoro Guimarães – “O Enfermeiro da Morte”
Número de vítimas: 5 +
Rio de Janeiro, 1999.

36-Édson Barbosa Alves – (Estuprador e Assassino de Mulheres)
Número de vítimas: 5 +
São Paulo, 2006.

37-Lúcio Mauro Fabiano – “Mineiro – Esquartejador de Mulheres”
Número de vítimas: 5 +
Maranhão, 1995.

38- Sérgio Brasil Rolim – “O Maníaco de Cariri”
Número de Vítimas: 5 +
Ceará, 2002.

39- Marcos Antunes Trigueiro – “Maníaco de Contagem”
Número de vítimas: 5+
Contagem, MG, 2009.

40 – João Acácio Pereira da Costa – “O Bandido da Luz Vermelha”
Acusação: 77 assaltos, dois homicídios, dois latrocínios e sete tentativas de morte. Suspeita-se de que ele tenha estuprado mais de 100 mulheres.
São Paulo, década de 1960.

41-Abraão José Bueno – (Matador de Crianças)
Número de vítimas: 4 +
São Paulo, 2005.

42-Sérgio Antônio Baptistella – “O Maníaco do Raio X”
Número de Vítimas: 4 +
Rio de Janeiro, 1998.

43- Eildo Saraiva de Britto – “Maníaco do Grajaú”
Número de vítimas: 4 +
São Paulo, 2001.

44-Francisco de Marco – “Chico Vidraceiro”
Número de vítimas: 4 +
São Paulo, 1984.

45-José Augusto do Amaral – “O Preto Amaral”
Número de vítimas: 3 +
São Paulo, 1926.

46-“Maníaco do ABC” – Em investigação
Número de vítimas: 3 +
São Paulo, desde 2005.

47-“Assassino de Padres” – Em investigação
Número de vítimas: 3 +
Minas Gerais, desde 2005.

48-Adilson do Espírito Santo – “Radiola” ou “O Monstro de Plataforma”
Número de vítimas: 3
Bahia, 1984.

49-Irineu Carlos Nórdio – “Maníaco do Serrote”
Número de Vítimas: 3 +
Santa Catarina, 1999 e 2000.

50-Jailson Nunes do Amaral – (Assassino de Idosas)
Número de vítimas: 3 +
Rio de Janeiro, 2003.

51-André Barboza – ‘Monstro da Ceasa’
Número de vítimas: 3 + uma tentativa
Belém, 2006 a 2008.

52-Sebastião Mariano da Silva – “Quincas”
Número de vítimas: 3
Sorocaba, 1998 a 2004.

53 – Lourival Donizete da Silva – “Matador de Mulheres” (foragido)
Número de vítimas: 3+
São José dos Campos, Atibaia, 1996 a 2005.

54-Febrônio Indio do Brasil – “Filho da Luz”
Número de vítimas: 2 +
São Paulo, 1927.

55- “Maníaco da Cruz” (menor)
Número de vítimas: 3+
Campo Grande, 2008.

56 -Mizael Pereira da Silva – “O Maníaco da Bicicleta”
Número de vítimas: 2 +
Rio Grande do Norte, 1998.

57-José Aírton Pontes – “O Missionário”
Número de vítimas: 2 +
Acusado de agir em: (PR, SC, SP, MG, MS, MT, RO, GO, TO e RJ), 1975 a 2005.

58-Francisco Costa Rocha – “Chico Picadinho”
Número de vítimas: 2
São Paulo, 1966 e 1976.

59 – Ademir Oliveira do Rosário – “Maníaco da Serra da Cantareira”
Número de vítimas: 2 +
São Paulo, 2007.

60 – Leandro Basílio Rodrigues – “Maníaco de Guarulhos”
Número de vítimas: Em investigação
SP, RJ e MG, 2006 a 2008.